Washington Hemmes
Mostrando postagens com marcador Bruno Lobo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bruno Lobo. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de junho de 2011
let's play
"A ausência de uma palavra específica para o “ato de fazer teatro” em nossa língua parece refletir um certo descaso histórico com essa arte. No francês de Molière, temos a palavra jouer, que indica jogar, brincar. Da mesma maneira, temos play, no inglês de Shakespeare, que aglutina os sentidos de jogar e brincar e também significa a peça teatral e o próprio ato teatral."
Washington Hemmes
mesmo o simbolo estando alheio ou nao ao ambiente mas so a sua presenca ja abre questoes, gera conclusoes, da espaco para outras imagens... da um play em sua mente.
Washington Hemmes
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quando fui ao banco
hoje sai da sede do máquina e fui ao banco
odeio pegar filas em lugares frios
e sempre que estou em uma fila
tenho vontade de que tudo vire um musical
e eu começo a cantar e dançar, contagiando todo mundo
e ai quando a musica acaba, todo mundo volta pra fila
como se nada tivesse acontecido
então a regra é
entrar em uma fila e não apenas esperar
cantar alto ou ate mesmo dançar
se divertir
passar um bom tempo e depois partir.
logo em seguida, sai do banco e fui em direção à parada de ônibus
gosto de andar na rua principalmente em dias chuvosos
e observar o rosto das pessoas
e eu estava concentrado fazendo isso
quando um rosto que eu não observava se aproximou
e me disse "Jesus te ama"
era uma senhora baixinha colorida
e ela não parecia ser crente, religiosa e tal
ela era isso, colorida
quase que eu não entendi o que ela disse
só devolvi o olhar e prossegui
mas ainda escutei a voz dela ficando pra trás dizendo
"É verdade!"
"valha" pensei porque ela acha que eu não acredito
e o que a fez sair no meio da rua chuventa e dizer
prum desconhecido aquilo?
Então eu vou sair no meio da rua e dizer a um desconhecido algo em que acredito
odeio pegar filas em lugares frios
e sempre que estou em uma fila
tenho vontade de que tudo vire um musical
e eu começo a cantar e dançar, contagiando todo mundo
e ai quando a musica acaba, todo mundo volta pra fila
como se nada tivesse acontecido
então a regra é
entrar em uma fila e não apenas esperar
cantar alto ou ate mesmo dançar
se divertir
passar um bom tempo e depois partir.
logo em seguida, sai do banco e fui em direção à parada de ônibus
gosto de andar na rua principalmente em dias chuvosos
e observar o rosto das pessoas
e eu estava concentrado fazendo isso
quando um rosto que eu não observava se aproximou
e me disse "Jesus te ama"
era uma senhora baixinha colorida
e ela não parecia ser crente, religiosa e tal
ela era isso, colorida
quase que eu não entendi o que ela disse
só devolvi o olhar e prossegui
mas ainda escutei a voz dela ficando pra trás dizendo
"É verdade!"
"valha" pensei porque ela acha que eu não acredito
e o que a fez sair no meio da rua chuventa e dizer
prum desconhecido aquilo?
Então eu vou sair no meio da rua e dizer a um desconhecido algo em que acredito
Marcadores:
Bruno Lobo,
experimentos,
Regras para os Atores
[coisas que gosto, coisas que odeio]
Um Curta Metragem de 1987 do diretor Jean-Pierre Jeunet, o mesmo de Amelie.
Um personagem narrando coisas que gosta e que não gosta.
Dele que deve ter surgido os prazeres de Amelie Poulain.
Curiosidade o ator Dominique Pinon, participou de todos os filmes do Jeunet
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O Rosto de Gary Cooper
" (...) Gary Cooper é um ícone incontestável, por outro é e sempre foi um canastrão de marca maior – desde os papéis da juventude, como vi recentemente em O Cowboy e a Grã-Fina, até no final da vida, sempre interpretou um único personagem, ele próprio, um ator que sabe fazer duas ou três caretas e nada mais que isso. (...)e me espanto com a firmeza com que desanquei uma das figuras mais marcantes de toda a história do cinema, que atuou com praticamente todos os grandes cineastas americanos e/ou que trabalharam no cinema americano. Não que eu ache hoje Gary Cooper um grande ator – mas me assusta a falta de meio tons, a assertividade tão grande, plena, absoluta. Parece coisa de garoto, ou de crítico da Folha, o que mais ou menos dá no mesmo.
Dou uma olhada no respeitável The International Dictionary of Films and Filmmakers – Actors & Actresses. O imenso verbete sobre Gary Cooper tem o cuidado de dividir sua extensíssima carreira – mais de cem filmes! – em seis diferentes períodos.
Vale a pena transcrever o final do verbete, de autoria de um Stuart Kaminsky:
“É talvez apropriado que os dois Oscars de Cooper (por Sargento York e Matar ou Morrer) tenham sido de dois períodos diferentes, um no qual ele era o herói otimista do passado e o outro em que era o pessimista que lembrava o passado. De fato, mais de 60 dos filmes de Cooper tinham sua ação desenrolada no passado. Ele pode ter sido premiado pelo que representava na nossa história e nossa cultura e tanto quanto pela sua atuação em si.

Como disse um crítico, o rosto de Gary Cooper era o mapa dos Estados Unidos.
Nele, líamos nosso passado. Poderíamos gostar ou não, mas não poderíamos deixar de ver o homem marcante que o representava.”

Como disse um crítico, o rosto de Gary Cooper era o mapa dos Estados Unidos.
Nele, líamos nosso passado. Poderíamos gostar ou não, mas não poderíamos deixar de ver o homem marcante que o representava.”
fonte http://50anosdefilmes.com.br/2004/retorno-ao-paraiso-return-to-paradise/
Assinar:
Postagens (Atom)

